segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Cultura indiana 1 - História, moda, cultura

Olá pessoal tudo bem com vocês? Espero que sim....

Hoje trago para vocês mais uma cultura, a Indiana, espero que gostem do post de hoje.


História

Inicialmente, a Índia era constituída por três etnias: negros (Dravidianos), orientais (mongóis) e brancos (caucasianos). Posteriormente, outros povos lá estiveram em vários períodos de sua longa história. Deve-se a isso a grande tolerância religiosa existente no país, uma vez que o povo está acostumado a conviver com uma enorme diversidade cultural, que inclui diferenças até mesmo nas línguas (que são realmente muitas).

A cultura indiana antiga dividia a sociedade em quatro categorias de ofícios e quatro de idades. Esse sistema tem o nome de Sanatana Dharma. Tal aspecto cultural gerou diversas distorções na sociedade contemporânea e, apesar de oficialmente banido, continua sendo infamente praticado.

Os indianos, apesar das diversidades como linguagem, arte, música e cinema, são extremamente ligados à nação e aos ancestrais, o que os torna uma sociedade muito tradicional.

Segundo recenseamentos de 1961 e 1ínguas vernáculas (sem agregação de estrangeirismos) e 67 línguas de ensino escolar em diversos níveis. A Constituição de 1950 tornou o hindi, escrito em ortografia devanágari, a língua oficial do país e enumerou as 15 línguas oficiais regionais: assamês, bengali, gujarati (ou gujerat), hindi, kanara, caxemira, malaiala, marathi, oriya, pendjabi, sânscrito, sindhi, tâmil, telugu, urdu. No entanto, o hindi encontrou uma certa resistência, particularmente nos Estados do sul e em Bengala, o que conduziu à manutenção do inglês como segunda língua privilegiada, de elite, que permite os contatos internacionais e a obtenção dos melhores empregos.



Bindi


Bindi é um apetrecho utilizado no centro da testa, próximo às sobrancelhas, na Ásia Meridional. Pode ser uma pequena quantidade de tinta aplicada no local ou uma joia.

O Sagrado Ponto bindi ou (também conhecido como Kumkum, mangalya, tilak, sindhoorentre vários outros nomes) é uma maquiagem utilizada na testa pelas mulheres indianas. O termo é derivado da palavra Bindu, que em Sânscrito significa ponto. Normalmente é um ponto vermelho feito com Vermilion (sulfato de mercúrio vermelho brilhante finamente pulverizado). Considerado o símbolo sagrado de Uma ou Parvati, o bindi simboliza a força feminina (shakti) é acredita-se que proteja as mulheres e seus maridos.

No entanto, ainda na India antiga, o Bindi era apenas uma pedra encaixada em um pequeno orifício que deveria existir desde o nascimento, por questões genéticas isso não era muito comum. A fim de também obterem proteção, outras mulheres passaram a pintar e confeccionar seu próprio "terceiro olho". Mas ainda preservavam algumas tradições, como serem casadas, serem hindu e usar somente as formas ortodoxas do bindi. Com a banalização da tradição indiana, muito mais do que um artigo religioso, o bindi passou a ser um item decorativo.

Tradicionalmente um símbolo de casamento (por isso as viúvas não utilizavam), hoje é utilizado por mulheres solteiras e também por mulheres de outras religiões. Atualmente não se restringe mais a cores e formas específicas, os bindis são vistos em várias cores e formatos e são feitos com adesivos e feltros.

Poucos indianos possuem o "encaixe" original (genético) do bindi ainda hoje. Porém, estes são vistos como pré-dispostos com mais intensidade para a clarividência. De forma que o bindi "ajudaria" e/ou daria um "poder" maior a estas pessoas.

Acredita-se ainda que as odaliscas usavam o Bindi porque acreditavam que esse Terceiro Olho ajudaria na sedução.
 Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Bindi_(maquiagem_indiana)






Roupas

História e política

O traje indiano tradicional assumiu significado político durante a luta pela independência da Índia do domínio britânico na primeira metade do século 20. Mohandas Gandhi famosamente usou a dhoti e xale indiano tradicional. A dhoti é uma faixa retangular de tecido de cerca de 90 cm de comprimento. Os homens usam a dhoti embrulhada e amarrada em torno de suas pernas e cintura. Gandhi produzia suas próprias roupas. Na Índia, a escolha de Gandhi de vestuário se tornou politicamente significativa, porque se ligou ao movimento para rejeitar produtos britânicos e apoiar produtos e tradições indianas.


Sari

O sari, por vezes escrito “saree”, é uma longa faixa de pano despontado que as mulheres drapeiam sobre o corpo de várias maneiras diferentes. No final do século 20, a maneira mais comum de usar o sari é a de envolvê-lo ao redor da cintura e jogá-lo sobre o ombro. As mulheres usam o sari sobre uma anágua e uma blusa de manga curta equipada chamado de “choli” ou “ravika”.


A história do Sari


Traços históricos mencionam as roupas de tecido drapeado desde a Civilização do Vale do Indo (2800–1800 aC), onde os arqueólogos descobriram uma estátua de um sacerdote com um pano enrolado. Embora sem datas precisas, a maioria dos historiadores concorda que os saris se desenvolveram simultaneamente no norte e sul da Índia, e que as mulheres têm usado o sari na sua forma atual por centenas de anos. No final dos séculos 19 e 20 o sari se tornou um símbolo da nação indiana. Vários artistas famosos como Ravi Varma e Tagore Abanindranath fizeram pinturas que caracterizam várias mulheres vestidas com as variações regionais do sari para simbolizar a diversidade e unidade do povo indiano.
Fonte:http://michelechristine.wordpress.com/








Kajal


Pintar os olhos (e sobrancelhas) de preto foi quase unanimidade para ambos os sexos em povos no Norte da África, Oriente Médio e Sul da Ásia. Isso tinha um propósito funcional: proteger os olhos do sol. Em alguns povos, as pinturas com kajal acompanhavam outras manifestações artísticas pelo corpo, como a tatuagem.

As substâncias presentes no kajal também tratavam conjuntivite e outras infecções causadas por bactérias. A pintura era feita em maior parte com metais (antimônio e malaquita entre eles). Esses metais entram na corrente sanguínea – hoje são usados materiais mais seguros, mesmo no kajal natural.


O kajal mais conhecido, usado no Oriente Médio, é feito a partir da pedra surma, misturada a outros diversos elementos naturais, que podem ser ervas e folhas, corais e pérolas, e até gemas, como rubis e esmeraldas. Ainda hoje, em alguns povos, o kajal mantém sua função medicinal
Fonte:http://www.tendere.com.br/




Pessoal espero que tenham gostado deste post, o proximo iremos falar sobre a maquiagem indiana.Bjs.